Toda empresa que planeja com alguns meses de horizonte já sentiu o efeito de uma alta do dólar. Um orçamento fechado em janeiro pode não fechar em junho, e preços, contratos e custos que acompanham o dólar mudam de uma hora para outra. Por isso, cada vez mais empresas mantêm uma parte do caixa em dólar digital, o USDT, com controle na própria carteira e liquidez para voltar a reais quando precisar.
Este artigo explica como isso funciona na prática, quais são os benefícios e o que avaliar antes de começar. Não é recomendação de investimento: cada empresa decide com o seu financeiro e o seu contador.
Por que o dólar pesa no caixa
Muitas empresas têm custos ou preços de referência que acompanham o dólar, como equipamentos, tecnologia e insumos cotados na moeda americana. Quando o dólar sobe, o mesmo valor em reais passa a comprar menos, e o planejamento precisa ser refeito.
Uma parte do caixa em USDT
O USDT foi criado para valer sempre perto de 1 dólar. Manter uma parte do caixa em USDT é, na prática, manter essa parte acompanhando o dólar.
O movimento é simples: a empresa compra USDT com uma parte dos reais que não vai usar nas próximas semanas, guarda o ativo na carteira de autocustódia da própria empresa e, quando precisar, vende e recebe em reais na conta da empresa.
Benefícios para a empresa
- Acompanha o dólar. A parte do caixa em USDT acompanha a variação do dólar.
- Rapidez. A compra é feita com preço fechado, e o USDT chega na carteira da empresa no mesmo dia, em geral em minutos.
- Flexibilidade. A empresa decide quanto e quando, em qualquer valor, sem prazo de carência.
- Liquidez. Voltar para reais é tão simples quanto comprar.
- Documentação. Cada operação gera nota fiscal e comprovante, e o relatório mensal do app vai direto para o contador.
- Controle. O ativo fica na carteira da própria empresa, e não em nome de terceiros.
O que avaliar antes de começar
- Quanto do caixa. Em geral, só a parte que não será usada no curto prazo.
- O dólar também cai. Se o dólar recuar, a parte em USDT perde valor em reais.
- Risco do emissor. O valor do USDT depende da confiança nas reservas de quem o emite. Veja como o USDT se mantém perto de 1 dólar.
- Governança da carteira. Defina quem aprova e quem movimenta. O artigo sobre a carteira de autocustódia da empresa mostra como organizar.
- Contabilidade. Alinhe com o contador o registro das operações. Veja os documentos que a WBR entrega.
Como fazer com a WBR
- Faça o cadastro da empresa e comprove a carteira de autocustódia da empresa.
- Peça a cotação pelo app ou pelo WhatsApp e confira o preço, o ganho da WBR e os prazos.
- Confirme e pague em reais por PIX ou TED, a partir da conta da empresa.
- Receba o USDT na carteira da empresa, com nota fiscal e comprovante.
- Quando precisar dos reais, faça o caminho de volta: venda o USDT e receba em reais.
Perguntas frequentes
Manter parte do caixa em USDT é um investimento?
Não. O USDT foi criado para acompanhar o dólar e não paga rendimento. A ideia é preservar o valor de uma parte do caixa em relação ao dólar, com liquidez para voltar a reais quando a empresa precisar.
Quanto do caixa faz sentido manter em USDT?
Depende do planejamento de cada empresa. Em geral, só a parte que não será usada no curto prazo. A decisão deve ser tomada com o financeiro e o contador da empresa.
A WBR guarda o USDT da empresa?
Não. O USDT é entregue direto na carteira de autocustódia da própria empresa. Quem controla o acesso é a empresa.
Aviso. Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento, consultoria tributária ou jurídica. Ativos virtuais estão sujeitos a alta volatilidade e não são cobertos pelo Fundo Garantidor de Créditos. A W Brasil Comércio Ltda não é, nesta data, instituição autorizada pelo Banco Central e conduz o pedido de autorização na forma e no prazo da regulamentação.


